sábado, 6 de fevereiro de 2016

AGENDA DO PREGADOR - AG 05: ASS DEUS GUARÁ / DF

No próximo dia 20 de fevereiro, atendendo a convite formulado pelo Pastor Sandoval, líder do Departamento da Mocidade do templo-sede do Ministério Internacional das Assembleias de Deus do Guará/DF, o Pastor Carlos Valente estará ministrando a preciosíssima Palavra de Deus na Consagração dos Jovens e Adolescentes daquela Igreja-mãe, localizada na QE 11, no Guará I, pastoreada pelo Presidente Adalino Inácio Sobrinho.



A Consagração terá a temática "Evangelismo", e terá início às 08 horas, e será destinada prioritariamente aos jovens e adolescentes da Igreja. 

Vamos?

AGENDA DO PREGADOR - AG 04: IDEPS ÁGUAS CLARAS / DF

No dia 12 de fevereiro o Pastor Carlos Valente estará ministrando a preciosíssima Palavra de Deus na "Sexta Universitária" da Assembleia de Deus IDEPS, localizado em Águas Claras / DF.



Será a primeira vez que Valente pregará naquela Igreja, que vem experimentando um grande crescimento nos últimos anos, e onde congregam diversos amigos de ministério, como, por exemplo, os pastores Laci Ribeiro Lino e Hélio Portela, e o Diácono Douglas Almeida, que formulou o convite para essa noite.

A "Sexta Universitária" terá início às 22 horas, e a mensagem está prevista para iniciar às 23 horas. Vamos?

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

NOVO RECORDE DO BLOG DO VALENTE

SENSACIONAL!!



Em janeiro de 2016, o Blog do Valente ultrapassou, pela primeira vez, a excelente marca de 4.000 acessos num único mês!

Com 4.040 visualizações de página, esse é o novo recorde de acessos do Blog do Valente.

E estamos nos aproximando velozmente da grande marca de 100.000 visualizações na história do Blog. Isso é para poucos!

Agradecemos aos amigos internautas por mais essa grande conquista.

ARTIGO 03: A FESTA DA CARNE



A FESTA DA CARNE

Na antiguidade existia um período anual de festas profanas, as quais foram recuperadas, tempos mais tarde, pasmem!, pelo cristianismo romano.

As festas começavam no dia de Reis e acabavam na Quarta-Feira de Cinzas, às vésperas da Quaresma, na qual, por motivos religiosos, não se comia carne. Ou seja, era um “abuso de carne” para enfrentar o tempo que não se comeria carne. Daí o nome, advindo do latim “carna vale”, que quer dizer “adeus carne”.

Na verdade, o carnaval é uma festa da carne, de origem profana, de caráter lascivo e pecaminoso.

O Mestre Jesus adverte que “a carne é fraca” (Mt 26.41; Mc 14.38) e que “a carne para nada aproveita” (Jo 6.63). O Apóstolo Paulo ensina que a “carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne; e estes opõem-se um ao outro” (Gl 5.17). Os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne, mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito (Rm 8.5). A inclinação da carne é morte e inimizade contra Deus (Rm 8.6,7). Os que estão na carne não podem agradar a Deus (Rm 8.8) e quem pratica as obras da carne não herdará o Reino de Deus (Gl 5.21).

O carnaval é o cúmulo da luxúria. Dias nos quais as pessoas entregam-se sem limites aos “prazeres” carnais. Muita bebida alcoólica, drogas, mulheres seminuas, danças sensuais, fantasias malignas, sexo livre, homossexualismo exibicionista. Consequentemente: bebedices, glutonarias, acidentes de trânsito, violências, distúrbios, adultérios, fornicações, avanço da AIDS e mortes.

Por tudo isso estou bem certo de que o verdadeiro cristianismo não combina com o carnaval. Famílias comprometidas com o Espírito Santo se afastam do carnaval. Não gostam, não apoiam, não assistem. Não fantasiam suas crianças, não permitem que “brinquem carnaval” na escola, não vão “ver o bloco passar”.

E essa renúncia fortalece o espírito; e o Espírito abençoa a família.

Pastor Carlos Valente
Brasília, 05 de fevereiro de 2016.

domingo, 31 de janeiro de 2016

MENSAGEM 02: O OBREIRO E A FAMÍLIA



O OBREIRO E A FAMÍLIA

(SETE ORDENANÇAS PARA UMA FAMÍLIA FELIZ)

Texto Base: I Tm 3.5 – (porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?)


INTRODUÇÃO:
- Uma mesma pessoa possui diversas atribuições distintas, em diversos lugares.
- Um mesmo homem, por exemplo, pode ser, ao mesmo tempo:
            - O filho
            - O irmão
            - O marido
            - O pai
            - O empregado
            - O chefe
            - O servo de Deus
            - O Obreiro na Casa do Senhor
- E, não poucas vezes, essas diversas atribuições se misturam num mesmo momento. Isso confunde a gente.
# Vou dar um exemplo: João é administrador de uma fazenda e dirigente de uma Congregação; naquela noite está em regime de plantão (pode ficar em casa, mas se for necessário precisa ir ao trabalho). João está dirigindo o Culto (é o Obreiro João), vem sua esposa (é o marido João) e lhe chama; diz que o Dr. Geraldo, o Fazendeiro, está ao celular e precisa falar com ele (o empregado João): “João, a vaca malhada caiu no brejo; preciso que você venha aqui agora tira-la de lá”. “Sim, senhor!” Na mesma hora liga para Nenê e Ringo, que são boiadeiros da fazenda (o chefe João): “Nenê, vamos lá na fazenda tirar a vaca malhada do brejo”. João volta ao púlpito (Obreiro João), passa a direção do trabalho para o auxiliar, dá um beijo nos filhos (o pai João), e vai correndo para a fazenda tirar a vaca do brejo.
# Outro exemplo: um general aceitou Jesus na Igreja pastoreada pelo Soldado; em breve foi apresentado ao Diaconato e servia às orientações do pastor. Só que o pastor misturou as coisas e quis dar ordens para o General no Quartel. Acabou preso porque não tinha entendido que, ali, ele era não era o pastor, mas um soldado; e que o outro ali não era o Diácono, mas o General.
- Irmãos, precisamos estar equilibrados em todos os sentidos, em todas as diversas atribuições, para que sejamos irrepreensíveis como manda a Palavra de Deus (I Tm 3.2a).
- Mas esse equilíbrio não é nada simples, e acabamos valorizando demais uma atribuição e negligenciando outra, e isso nos traz problemas.
# Às vezes somos excelentes Obreiros, muito dedicados na Obra do Senhor, mas somos empregados relapsos e problemáticos;
# Às vezes somos filhos sensacionais, carinhosos, zelosos; mas maridos irritadiços, iracundos, violentos;
# Às vezes trabalhamos demais, demais, demais; mas não damos a atenção que nossos filhos merecem.
- E nesta manhã vamos refletir como podemos equilibrar o trabalho na Casa do Senhor com as nossas atividades (e obrigações) familiares: “O Obreiro e a Família”.

DESENVOLVIMENTO
- Estou certo de que grande parte do ministério do Obreiro depende do seu relacionamento familiar.
- Na leitura introdutória vimos que governar bem a sua própria casa (isto é, a sua família), é um importante requisito para o Obreiro.
- Ora, se a família está desestruturada, a esposa está insatisfeita, as brigas são constantes, os filhos não lhe são sujeitos, estão desencaminhados, isso é um grande empecilho para que esse Obreiro se dedique à Obra de Deus.
- Entretanto, como esse tema é extremamente amplo, vamos delimitá-lo em um estudo cujo tema é “Sete Ordenanças para uma Família Feliz”:

1) O OBREIRO DEVE SER MARIDO DE UMA MULHER
- A Palavra de Deus diz em I Tm 3.2,12 que o Obreiro deve ser marido de uma mulher.
- Como diria o Pr. Cláudio Duarte: “uma mulher só já é trabalho para a vida inteira”.
- O Obreiro deve, portanto, ser fiel em sua vida matrimonial. Amar somente a sua esposa (Ef 5.25). Ter olhos somente para ela.
- E não basta somente ser fiel, tem que ser um marido presente (I Co 7.34). Há muitas mulheres casadas, mas que vivem solitárias.
- O Obreiro deve ser um marido carinhoso, cuidadoso com a sua esposa. Demonstrar seu afeto, inclusive em público (e demonstrar afeto logicamente não é ficar dando beijos românticos em público).
- Mas um abraço, um olhar, um sorriso. Isso demonstra, inclusive para os adversários, que seu casamento é sólido e vai bem.
# Quando namorados, se chovia você dava o guarda-chuva para sua esposa e vinha na chuva; quando noivos, os dois vinham abraçados debaixo do guarda-chuva, e os dois se molhavam um pouco; depois de casados, você vem sozinho com o guarda-chuva e a mulher que corra atrás, na chuva.
# Quando namorados, ele a chamava de “pombinha”, “moranguinho”; quando noivos, ele a chamava de “ovelhinha”, “maçãzinha”; agora casados, ele a chama de “vaca” ou “abacaxi”. Está errado.
- Penso que o marido não deve esconder segredos da sua vida para sua esposa e vice-versa. Os dois são um. A esposa tem o direito de saber quanto o marido ganha, aonde ele vai, com quem ele vai; e vice-versa.
- Outra questão que precisa ser desmistificada é que o Obreiro também tem o direito de ter uma vida íntima ativa com a sua esposa (I Co 7.3).
- Penso que manter uma vida íntima saudável não é pecado. Pecado, para o casado, é não mantê-la (I Co 7.5).
- Portanto, o homem não deve evitar a sua mulher; e a esposa não deve evitar o seu marido.
- Amem-se, pois isso também é bênção de Deus e está autorizado pelo matrimônio (Hb 13.4a).

2) O OBREIRO DEVE CUIDAR DA SAÚDE E APARÊNCIA
- Aqui vem a 2ª Ordenança, que de alguma forma é paralela com a primeira: o Obreiro deve cuidar da sua saúde, da sua higiene e da sua aparência. O nosso corpo é o templo do Espírito Santo (I Co 6.19).
- Já foi o tempo em que o Obreiro não devia ter qualquer cuidado com a saúde, a higiene e a aparência, sob a premissa de que isso seria vaidade.
- Não, não é vaidade. É respeito com as pessoas que se relacionam com você, especialmente com a sua esposa.
# Lembram-se do exemplo do João, Obreiro e Administrador da Fazenda? Pois bem, vamos usá-lo de novo. João foi à Fazenda, entrou no brejo, tirou a vaca malhada, e chegou em casa as onze da noite, deitou direto na cama, todo suado e sujo, e agora quer que sua esposa lhe seja romântica. Toma vergonha, João! Tome um banho, escove os dentes, coloque uma cueca limpa, um perfume, e agora sim, vem deitar.
- O Obreiro (e também marido), deve tomar banho, usar um desodorante, escovar os dentes, cortar o cabelo de vez em quando. Isso é importante para o seu casamento, e para o seu ministério.
- Não é nada romântico um bafo-de-onça, uma “nhaca” debaixo do braço, um pé cascudo, dentre outras.

3) O OBREIRO DEVE APOIAR A SUA ESPOSA
- Diz a Palavra de Deus: “Portanto, deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma só carne” (Gn 2.24).
- O marido e a esposa estão apegados um ao outro. São uma só carne. Um precisa apoiar o outro, sempre. (a não ser logicamente que um dos cônjuges esteja claramente fora da visão e prestes a cometer uma loucura).
- Quero lhes dizer, Obreiros, que devemos sempre priorizar o apoio a nossa esposa (e vice-versa):
- Entre a sua mãe e a sua esposa, apoie a sua esposa; pois a Palavra é clara ao dizer “deixará o homem o seu pai e a sua mãe” (Gn 2.24)
- Entre seus filhos e a sua esposa, apoie a sua esposa;
- Entre seu trabalho e a sua esposa, priorize a sua esposa;
- Entre seu automóvel e a sua esposa, priorize a sua esposa;
- Entre o cachorro de estimação e a sua esposa, priorize sua esposa.
- Digo isso porque tenho visto muitos homens, maridos, que estão dando mais atenção aos pais do que a sua mulher. É correto, é bíblico, que precisamos honrar o pai e a mãe (Ex 20.12); é um mandamento com promessa (Ef 6.2). Mas a sua família agora é a sua mulher. Você não é uma só carne com sua mãe, mas com a sua esposa.
- Não digo isso para que se desamparem pai e mãe; apenas para que não haja mais uma dependência emocional dos pais. Isso é prejudicial ao casamento.
- Mulheres que só apoiam os filhos e vão sempre contra o marido; está errado. Priorize o seu marido. Daqui a pouco seus filhos vão crescer, ter a sua própria família; e você vai ficar com seu marido.
- Tem homens que só pensam no trabalho e negligenciam a sua esposa. Também está errado.
- Há mulheres que gostariam de ser tratadas como o Fiat do marido. Ou como o cachorro de estimação da família.
- Agora, logicamente, precisamos de discernimento quando o cônjuge está errado. E aí precisamos alertá-lo disso. Não em público, mas em secreto; não irritadamente, mas carinhosamente.
- Agora: entre Deus e a sua esposa, escolha sempre DEUS.

4) O OBREIRO DEVE SER UM PAI PRESENTE
- Agora segue uma ordenança referente à criação dos filhos.
- A Palavra de Deus alerta que os Obreiros devem ter seus filhos em sujeição (I Tm 3.4) e que governem os seus filhos (I Tm 3.12).
- Esse foi o grande problema da vida do Sacerdote Eli, e também do rei Davi. Filhos desobedientes, desviados, irreconciliáveis, que acabaram por prejudicar o ministério dos seus pais.
- Penso que a educação dos filhos comece com a presença do pai e da mãe. Sim, a presença.
- Em tempos do avanço da tecnologia, onde as pessoas estão cada vez mais perto daqueles que vivem distantes, e cada vez mais distantes daqueles que vivem perto; em tempos do Capitalismo selvagem, em que precisamos trabalhar cada vez mais para termos a qualidade de vida que desejamos, os bens que desejamos; precisamos nos esforçar para que não abandonemos nossos filhos à própria sorte. E assim o percamos.
- Os avôs não são pais;
- Os tios não são pais;
- As babás não são pais;
- As creches não são pais.
- Escola não educa; creche não educa; Igreja não educa; quem educa são os pais (Pv 22.6).
- Pais que abandonam os filhos pequeninos nas creches para ganharem mais dinheiro, fazem uma má escolha.
- Precisamos estar mais presentes nas vidas dos nossos filhos.
- Precisamos conversar com eles, conhecê-los. Às vezes não sabemos sequer quem são os nossos filhos, quais são os seus sonhos, as suas dúvidas, as suas necessidades, e isso é um grande perigo com a Herança do Senhor. Seremos cobrados disso!
# Como certa charge em que um pai está na cadeia dizendo “meu filho, onde foi que erramos?”, e um outro homem, na cela do lado diz: “pai, eu sou este aqui...”
- Converse com seus filhos, brinque com eles, beije-os, ame-os, demonstrem que eles são amados; tire tempo para eles; isso fará uma imensa diferença para sua família.
# O filho que comprou meia hora do tempo do pai.
# O filho que pediu ao Pastor para morar na Igreja.

5) O OBREIRO DEVE EDUCAR PELOS BONS EXEMPLOS
- Diz Jesus, em Jo 5.19: “Na verdade, na verdade vos digo que o Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma, se o não vir fazer o Pai; porque tudo quanto ele faz, o Filho faz igualmente”.
- Obviamente que Jesus estava falando de si mesmo e de Deus.
- Mas essa palavra também é válida para o relacionamento entre pai e filho: filhos tendem a imitar o pai; filhas tendem a imitar a mãe.
- Pai que ora, filho que ora; pai que lê a Bíblia, filho que lê a Bíblia; pai que trata bem a esposa, filho que trata bem a mãe. É assim, o exemplo fala muito mais forte do que palavras.
- Pai que ama o Flamengo, filho que ama o Flamengo; pai que fala palavrão, filho que fala palavrão; pai que grita com a esposa, filho que grita com a mãe; pai que bebe cachaça, filho que bebe cachaça.
- Lógico que há exceções. Mas essa é a regra.
- Mãe que ora, filha que ora; mãe que jejua, filha que jejua; mãe que se veste decorosamente, filha que se veste decorosamente; mãe que mente, filha que mente; mãe que trai o marido; filha que se prostitui; mãe que fala mal da Igreja, filha que se desvia da Igreja; mãe que se pinta; filha que se pinta; essa é a regra.
- Então, Obreiros, tomemos muito cuidado com os exemplos que estamos dando, mesmo que sem palavras.
- Obreiros devem educar seus filhos pelos bons exemplos. E esses exemplos não somente na Igreja (na Igreja é fácil).  Especialmente em casa.

6) O OBREIRO JAMAIS DEVE USAR DE VIOLÊNCIA
- Paulo adverte a Timóteo que o Obreiro não deve ser “espancador” (I Tm 3.3). E essa é a 6ª ordenança para os Obreiros e a Família: o obreiro jamais deve usar da violência.
- Física ou mesmo verbal.
- Um marido jamais deveria levantar a sua mão contra a sua esposa. Mas quero lhes dizer que isso ocorre mais corriqueiramente do que se pensa.
- Desde a década de sessenta quando Nélson Rodrigues dizia “que mulher gosta de apanhar”.
- Ninguém gosta de apanhar. Está repreendido.
- A situação avançou de tal forma, a violência doméstica, que foi necessária a criação de uma Lei para proteger as mulheres, a “Lei Maria da Penha”.
- Minha irmã trabalha no Tribunal de Justiça e me relata que muitos são os casos de violência doméstica denunciados.
- E os que não são denunciados, por medo?
- Obreiro não bate em mulher. Crente não bate em mulher. Homem que é homem não bate em mulher. Nem com uma flor.
- E você pode me perguntar, e nos filhos, podemos bater? Uma “palmadinha” pode? Você pode até dizer que está escrito: “não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá” (Pv 23.13).
- Tramita inclusive uma Lei na Câmara Federal sobre o tema. A “Lei da Palmada” é um tema bastante controverso.
- Em minha opinião, as palmadas nos filhos devem ser, ao máximo, evitadas. Se ocorrerem, que sejam sem violência (não para machucarem).
- O diálogo deve prevalecer sempre que possível.
- Agora, precisamos vigiar também contra a violência verbal, moral, que dói tanto ou mais do que a violência física, e também deve ser evitada.
- Obreiros não devem fazer “bullying” com suas esposas e filhos.
- Diz o ditado que há três coisas que não voltam: “uma pedra atirada”; “uma flecha lançada” e “uma palavra dita”. (agora há uma 4ª coisa que não volta: a mensagem no whatsapp).
- Cuidado com o que fala. Palavras matam. Matam casamentos; matam famílias; e matam ministérios.

7) O OBREIRO DEVE SER ORGANIZADO NAS FINANÇAS
- Finalmente, a 7ª ordenança para uma família feliz, é que o Obreiro deve ser organizado em suas finanças.
- Alguns podem até pensar que isso não tem nada a ver, que está descontextualizado nesta mensagem, mas afirmo sem medo de errar que muitos casamentos são destruídos pela desordem financeira.
- Obreiro de valor não se embaraça com assuntos financeiros.
- Primeira regra da ordem financeira do Crente: Dê a Deus o que é de Deus. Seja fiel nos dízimos e ofertas. Crente infiel nos dízimos e ofertas não está apto para ser obreiro.
- Segunda regra da ordem financeira: Não gaste mais do que ganha. Essa é uma matemática pura e simples. Se eu gasto mais do que ganho certamente vou ficar devendo algo.
- Terceira regra da ordem financeira: sempre que possível, faça alguma reserva para o dia mal. (José nos ensinou isso no Egito).
- Quarta regra: Cuidado com o consumismo exagerado. Não coloque o chapéu onde a sua mão não alcança. Não queira comprar algo para se mostrar para os outros.
- Quinta regra: Repreenda o Cartão de Crédito e o Cheque Especial. Taxas de Juros exorbitantes. Fuja do Cheque sem fundos.
- Falta de dinheiro não faz ninguém perder o sono; dívidas, essas sim, fazem perder o sono.
- Obreiros do Senhor: deixem bem claro para a sua esposa e para os seus filhos a sua situação financeira. Não gaste por pressão.

CONCLUSÃO
- Obreiros, atentem para essas sete ordenanças e tenham casamentos e famílias mais felizes.
- Tenho total convicção que, com suas famílias mais felizes, vocês serão obreiros ainda melhores na Casa do Senhor.

CONVITE
- A Bíblia nos apresenta dois Obreiros do Senhor: Noé e Jonas.
- A Bíblia nos diz que Noé construiu a Arca e pregou a respeito do Dilúvio durante 120 anos de sua vida. E, no final de todo esse tempo, somente ele, sua esposa, seus três filhos e suas três noras entraram na arca. 08 pessoas no todo.
- A Bíblia nos diz que Jonas pregou a respeito da Destruição de Nínive; uma só vez; e todas as pessoas creram, e se arrependeram, e se vestiram de sacos, e foram perdoadas por Deus. 120.000 almas.
- Qual obteve o maior sucesso? O que ganhou 7 ou o que ganhou 120.000?
- Fico com aquele que ganhou 7, mas era a sua família.
- De que adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma (sua família)?
- Sua família é o bem mais precioso que temos abaixo da Salvação das nossas almas. Zele por ela.
# Peço que todas as famílias se aproximem, que eu quero orar por vocês.

AGENDA DO PREGADOR - AG 03: ASS DEUS DO GUARÁ / DF

Atendendo a convite formulado pelo Pastor Adalino Inácio Sobrinho (foto), Presidente do Ministério Internacional das Assembleias de Deus do Guará / DF, no domingo, dia 31 de janeiro, o Pastor Carlos Valente ministrou a preciosa Palavra de Deus na Reunião Trimestral de Obreiros daquela Igreja, reunidas todas as Sede Locais e Congregações vinculadas àquela Sede Nacional.

Mais uma vez o nosso Senhor Jesus Cristo foi glorificado pela exposição diligente de Sua Palavra e vidas foram edificadas. Glória a Deus!

 

domingo, 24 de janeiro de 2016

ARTIGO 02: A FORÇA DO EXEMPLO



A FORÇA DO EXEMPLO

Certa vez, respondendo aos judeus que o perseguiam, Jesus ensinou que “o Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma, se o não vir fazer ao Pai, porque tudo quanto ele faz, o Filho faz igualmente” (Jo 5.19).

Aproveitando esse ensino, mas em um contexto paralelo, vejo que muitas vezes os filhos repetem as ações do pai, e acabam por tornarem-se parecidos com o pai. Pai que ora tem grandes probabilidades de ter um filho que ora; pai que ama a Casa do Senhor tem grandes probabilidades de ter um filho que ama a Casa do Senhor; pai que bebe e fuma tem grandes possibilidades de ter um filho que bebe e fuma; e assim por diante.

Essa é a força do exemplo.

E vale não somente na relação de pai para filho, mas em diversas esferas da existência.

Um grama de exemplo tem mais valor do que uma tonelada de palavras.  

De nada adianta o chefe dizer ao subordinado que ele precisa ser mais comprometido, se o próprio chefe não demonstra ser. De nada adianta o marido dizer que ama a sua esposa, se as suas ações diárias não reverberarem esse amor.

A força do exemplo é fundamental na carreira do líder. Tive a possibilidade de comprovar isso no meu ministério. Estive durante dez anos à frente da Superintendência da Escola Bíblica Dominical (EBD) da Igreja. Sempre ensinando que a EBD é o principal seminário dos crentes; que é uma bênção iniciar o domingo com o “joelho direito”; que devemos ter compromisso com a Escola. Penso que esses ensinos, apesar de constantes, não valeriam de nada se não contassem também com a força do exemplo.

Pois bem, nesses anos bem poucas vezes me ausentei da EBD. Sempre um dos primeiros a chegar e um dos últimos a sair. Chuva ou sol, frio ou calor. Sempre animado, participativo, sorridente, motivador. As atitudes do líder corroboravam com os seus ensinos.

A EBD foi como uma plantinha que foi regada amorosamente até que cresceu, tornou-se uma bela e frondosa árvore. Muitas vidas foram abençoadas. Pessoas de bem se aproximaram. Outros líderes igualmente comprometidos se somaram. E agora a EBD da Igreja é uma bênção.

Se os meus ensinos não são um reflexo de minha conduta, sou um hipócrita. Se a minha vida não reflete o que eu falo, minhas palavras são vãs.

Infelizmente, estamos cheios de pregadores que pregam o que não vivem, e não vivem o que pregam; seus ensinos são de ovelhas, mas suas atitudes são de lobos.

Perdem o seu tempo. Na Casa de Deus e na família, o “faça o que eu digo, mas não façam o que eu faço” simplesmente não funciona.

Pastor Carlos Valente
Brasília, 24 de janeiro de 2016.